16.ª edição do “arte fora de sítio”

Manifestações artísticas em alta nas ruas de Matosinhos


Este sábado, dia 15 de outubro, a arte percorreu a cidade de Matosinhos em debandada desde a rua Brito Capelo até à Praça Guilherme Pinto. Artes circenses, música clássica, teatro, tuna, hip-hop, dança, graffiti, poesia, beatbox, ginástica e concerto final ‘passearam-se’ pelas ruas despertando a curiosidade dos que por lá passaram. O vice-presidente e vereador da juventude da Câmara de Matosinhos, Carlos Mouta, associou-se ao evento que, todos os anos, conta com o envolvimento de várias associações que aproveitam a oportunidade para apresentar uma pequena mostra dos trabalhos desenvolvidos ao longo do ano. O Arte Fora de Sítio começou, pelas 14h00, com artes circenses pela Ard’Rua no mercado de Matosinhos, seguindo-se as atuações da escola de música Óscar da Silva, do coro do Orfeão de Matosinhos, da Tuna do ISCAP, de MC Putto e de teatro pela Associação Recreativa Aurora da Liberdade. As manifestações artísticas prosseguiram com as atuações de dança dos The Bling Crew, da Escola de Dança Attitude e da Junqueira Dance, não faltando pelo meio a declamação de poesia por alunos da Escola Profissional Ruiz Costa. No cruzamento da escola EPROMAT regressaram as artes circenses para depois, na praça Guilherme Pinto, decorrerem as demonstrações de beat box e guitarra de Fresh’ Mic e David Eusébio, da Associação Parábola Fantástica, da Escola de Dança Alberta Lima, terminando com o concerto da Orquestra Filarmónica Matosinhos-Leça. Durante a tarde, a iniciativa contou com ações de graffiti por Paulo Boz e Bruno Anti do projeto Collective Bad. Recorde-se que o Arte Fora de Sítio é uma iniciativa promovida pela Câmara Municipal de Matosinhos já há 15 anos e realizada em parceria com associações e instituições do concelho com o objetivo de mostrar ao público diversas manifestações artísticas, descontextualizando-as dos formatos e espaços convencionais. O projeto engloba várias vertentes artísticas e pretende quebrar estereótipos e preconceitos quanto às diferentes possibilidades de apresentar e fazer arte, na forma, no local e nos objetivos. Todos os anos o público é presenteado, de forma inesperada e interativa, com muitas formas de apresentar a arte, os espaços enchem-se de inconformismo e imprevisibilidade, pretendendo-se despertar no público novas sensações, emoções, vivências e experiências.