18ª edição do "Salvé a língua de Camões"

“O alguidar que chora ou a história das pedras que falam”, de Venâncio Calisto


A 18ª edição do Salvé a Língua de Camões aconteceu na passada semana, no MuMMa - Museu da Memória de Matosinhos, numa sessão especial ao ar livre. O local escolhido para levar à cena a leitura de “O alguidar que chora ou a história das pedras que falam”, de Venâncio Calisto (Moz) foi o varandim do Museu da Memória, uma surpresa agradável, tanto para o elenco como para o público. Venâncio Calisto é ator, encenador e dramaturgo de nacionalidade moçambicana. Reside em Portugal desde 2019. Mestrando em Teatro, especialização em Teatro e Comunidade pela ESTC-IPL. Em Portugal trabalhou como dramaturgo e artista pedagogo no projeto Teatro ao Telefone, desenvolvido pelas companhias Teatro Umano e Teatro de Identidades. O projeto Salvé a Língua de Camões, da Companhia de Teatro Reator e da Câmara Municipal de Matosinhos, um dos mais persistentes eventos de promoção e divulgação das dramaturgias dos países de língua portuguesa decorre ininterruptamente há 18 anos e visa promover a divulgação de dramaturgias em língua portuguesa, apresentando leituras encenadas de textos de autores consagrados e emergentes, estimulando assim o intercâmbio nacional e internacional de atores, dramaturgos, criadores e estudiosos do teatro dos vários países de expressão portuguesa. A próxima sessão do Salvé a Língua de Camões decorre no dia 27 de agosto, pelas 19h00, e integra a programação do 1º aniversário do MuMMa – Museu da Memória da Memória de Matosinhos, com a leitura encenada de “Damas em Xeque”, do dramaturgo Fábio Brandi Torres (BR). Fotos: Francisco Magalhães