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Desmantelado o maior laboratório de produção de cocaína detetado na Europa

Laboratório localizava-se na região de Pontevedra, Galiza (Espanha), e tinha capacidade para produzir 200 quilos de cocaína por dia



Matéria-prima para a produção do estupefaciente chegou à Europa via Porto de Leixões, em Matosinhos. Operação conjunta da Polícia Nacional espanhola, PJ e Polícia Nacional colombiana desmantelou grupo criminoso – 18 pessoas foram detidas e ficaram em prisão preventiva Uma operação conjunta da Polícia Nacional espanhola, Polícia Judiciária (PJ) e Polícia Nacional colombiana permitiu desmantelar o maior laboratório clandestino de produção de cocaína alguma vez detetado na Europa, que funcionava na região de Pontevedra, Galiza (Espanha), a apenas uma hora da fronteira portuguesa, anunciou, esta manhã, em comunicado, a PJ. A pasta de cocaína e outros elementos que serviam para produzir o estupefaciente – originários da Colômbia (país produtor) – chegou à Europa através do Porto de Leixões, em Matosinhos. Na sequência desta apreensão, foi desencadeada a chamada Operação Mourente que visou a realização de diversas buscas e apreensões, em várias regiões da Espanha continental e insular e que envolveu a participação de um elevado número de operacionais, entre os quais elementos da PJ. No âmbito desta operação, refere o comunicado, “as autoridades detetaram, em plena laboração, aquele que, até ao momento, é considerado o maior laboratório de transformação de pasta base em cocaína, alguma vez encontrado na Europa”. “Para além disso, foi possível capturar todo o estupefaciente que havia sido transportado na máquina trituradora, ao serem apreendidos cerca de 1300 quilos de pasta de coca e 151 quilos de cloridrato de cocaína, bem como precursores, vários veículos e quatro toneladas de produtos químicos, altamente prejudiciais ao ambiente. As autoridades procederam ainda ao arresto de vários imóveis e produtos financeiros de elevado valor”, lê-se na nota. Foram detidas 18 pessoas – de nacionalidade espanhola, colombiana e mexicana –, que ficaram em prisão preventiva.

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