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Mega empreendimento da Farfetch no Grande Porto avança no final deste ano

Foram revelados novos dados sobre o projeto Fuse Valley, apresentado em setembro de 2021, e que ficará instalado no município de Matosinhos



Em causa está uma parceria entre a Castro Group e a Farfetch para um novo empreendimento, que iniciará obras no final deste ano.

Apesar de a previsão inicial apontar para a inauguração no final de 2025, o processo de licenciamento fez com que a abertura do complexo aconteça no segundo semestre de 2026.

Recorde-se que o Fuse Valley vai contar com um total de 24 edifícios, incluindo escritórios, hotel, restauração, comércio e espaços verdes. Trata-se de “um projeto, pensado não só para as pessoas que ali vão trabalhar todos os dias, mas também para a comunidade local, que poderá usufruir das suas praças, jardins e comodidades”, afirma o grupo.

O projeto inclui também um espaço próprio para residências partilhadas: “queremos ter 150 unidades para o Fuse Valley Residence, que ficará dividido em um ou dois edifícios. Só não criamos mais porque sabemos que a oferta vai aumentar bastante em redor do Fuse Valley”, revela Paulo Castro, CEO Grupo Castro, ao jornal ECO.

No âmbito deste novo empreendimento está também a ser pensada uma nova estação de metro para a linha verde (C): “A linha passa a 150 metros do empreendimento. Pretendíamos construir uma nova estação de metro. Isto melhoraria muito o nosso desempenho nesta área”, avança.

Caso fosse mesmo criada uma estação Fuse Valley os funcionários deixariam de ter de desembarcar nas estações de Araújo e Custió, que ficam a cerca de um quilómetro do espaço. Para facilitarem as deslocações também pretendem criar carreiras de autocarros e implementar ligações para bicicletas.

O CEO sublinha que o que vão “fazer em Matosinhos é algo único” e “coloca este espaço no mapa internacional do que é melhor feito tanto em termos de sustentabilidade como em termos de inovação”. “Com este projeto, pretendemos desenvolver uma cidade inteligente, ou neste caso, um vale inteligente”, acrescenta.

Ao mesmo jornal, Paulo Castro, explica que a entrada no mercado será “numa altura em que a questão dos escritórios do futuro já vai estar mais consolidada. O trabalho híbrido também”. O foco são as “empresas tecnológicas, que vivem um momento conturbado. Se entrássemos agora, seria mais complicado”, admite.

A construção do Fuse Valley decorrerá em duas fases, sendo que a primeira ficará concluída no segundo semestre de 2026 e a segunda em 2030. O investimento é de cerca de 200 milhões de euros, divididos entre a Castro Group e a Farfetch.

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