top of page

Paralisação no Porto de Leixões termina após acordo com a APDL

Acabou a paralisação dos camiões junto aos acessos do Porto de Leixões, em Matosinhos, depois das transportadoras rodoviárias terem reunido, no dia 23 de fevereiro, com a Administração dos Portos do Douro, Leixões e Viana do Castelo (APDL) e chegarem a um acordo. A interrupção acontecia desde quarta-feira, dia 22 de fevereiro


Autor: Amin Chaar, Amin Chaar | Crédito: Amin Chaar / Global Imagens

Paulo Paiva, porta-voz e assessor jurídico do grupo, confirmou ao JN que "a paralisação foi desconvocada depois das 20 horas após reunião com a APDL, que se manteve colaborativa nas negociações com a plataforma que exigia operacionalidade ao Porto de Leixões".

As empresas de transporte de mercadorias conseguiram que fosse aprovada uma compensação monetária com efeitos retroativos a 16 de janeiro. "Ficaram acordados dois valores de ressarcimento. Todos os períodos de espera além de duas horas e até três horas recebem um valor que, por sua vez, aumenta depois das três horas", afirmou Paulo Paiva.

As quantias foram definidas no encontro, ainda assim não foram avançados publicamente, acrescentou Paulo Paiva, que garantiu que os trabalhadores se sentiram ressarcidos.

Cerca de 100 camiões estiveram parados junto aos acessos da Via Interna de Ligação ao Porto de Leixões (VILPL) nos últimos dois dias, em protesto contra o que consideravam ser a inoperacionalidade do porto que os obrigava, até aqui, a "esperar cinco a seis horas para levantar ou descarregar mercadorias, quando o tempo referencial é de 55 minutos".

Atendendo ao desejo de quem faz as operações, a APDL assumiu o compromisso de garantir a laboração contínua, sem pausas para almoço e jantar.

"A mesma reunião vai voltar a repetir-se no dia 20 de março para se fazer um balanço do que foi decidido ontem e definir a implementação da laboração contínua", adiantou Paulo Paiva.

Comments


bottom of page