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Projeto “Metrobus” mantem ciclovia no troço poente da Avenida da Boavista

O «metrobus» do Porto vai manter uma ciclovia no troço poente da Avenida da Boavista, desde o liceu Garcia de Orta até ao Castelo do Queijo, anunciou a semana passada, dia 29 de março, a arquiteta da Metro, responsável pelo projeto



Joana Barros apresentou, na Universidade Católica, “a definição do que será a ciclovia que será formalizada tal como existe hoje, mas a par do canal “metrobus”, e que manterá a ligação à ciclovia existente junto ao [liceu] Garcia de Orta”.

Citada pela agência Lusa, a arquiteta responsável explicou que a ciclovia irá permitir “a ligação em dois pontos ao Parque da Cidade, e fará também a ligação à marginal de Matosinhos e à marginal do Porto”.

A ciclovia “não vai ser coincidente com o canal do «metrobus», vai ser paralelo e completamente independente, e segregado”, acrescentou Joana Barros.

“A independência desses três fluxos – rodoviário, «metrobus» e ciclovia – está garantida, não é de traçado partilhado”, garantiu, embora, noutro ponto da discussão, o diretor de comunicação da Metro do Porto, Jorge Afonso Morgado, tenha referido uma possível convivência.

Já relativamente à ausência de uma via dedicada na Avenida Marechal Gomes da Costa, Jorge Afonso Morgado referiu que a Metro do Porto propõe “uma solução escalável, e que aquele que é um canal partilhado será uma questão de tempo até ser um canal exclusivo para o «metrobus»”.

Recorde-se que o «metrobus» é um serviço de autocarros a hidrogénio que circulará em canal dedicado na Avenida da Boavista e em conjunto com o restante tráfego na Marechal Gomes da Costa. O projeto custará 66 milhões de euros, totalmente financiados a fundo perdido pelo Plano de Recuperação e Resiliência (PRR).

O novo meio de transporte terá serviços similares ao do Metro do Porto entre a Casa da Música e a Praça do Império, bem como entre Casa da Música e a Anémona (Praça Cidade do Salvador, em Matosinhos), tendo as obras do primeiro troço já arrancado no final de janeiro.

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