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Sindicato reúne com Câmara para falar sobre ex-trabalhadores da Petrogal

O Sindicato dos Trabalhadores das Indústrias Transformadoras, Energia e Atividades do Ambiente do Norte vai reunir com a Câmara de Matosinhos, na tarde desta sexta-feira, para abordar "as soluções que estão a ser planeadas para os trabalhadores despedidos há mais de um ano" da Petrogal


Crédito: André Rolo / Global Imagens

Depois de reunir com as direções do Instituto do Emprego e Formação Profissional (IEFP) e da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional​ do Norte (​​​​​​CCDR-Norte), o dirigente do sindicato, João Marinho, referiu ao JN que o encontro com a Câmara de Matosinhos visa "obter respostas sobre as verbas que estão ou vão ser aplicadas para apoiar os ex-trabalhadores, nomeadamente do Fundo para uma Transição Justa, anunciado em dezembro pela Comissão Europeia".

Dos 223,8 milhões de euros deste fundo, cerca de 60 milhões são destinados a Matosinhos, depois do fecho da Petrogal, em Leça da Palmeira. A reunião acontece às 16.30 horas no edifício da Câmara, na presença do vice-presidente do Executivo, Carlos Mouta.

Passado um ano e meio do despedimento, o dirigente do sindicato afirma que "até agora só foram feitas promessas e nada se fez para minimizar as perdas que os trabalhadores estão a viver".

"Para além de saber quais as verbas que vão ser injetadas, o sindicato pretende perceber de que maneiras vão garantir uma melhoria nas condições dos trabalhadores a longo prazo", explicou João Marinho.

De acordo com João Marinho, "devia ser uma responsabilidade da própria Galp reintegrar os trabalhadores no mercado de trabalho, mas também do Governo que facilitou o processo para que o despedimento coletivo acontecesse em setembro de 2021".

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