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Assinado contrato para novo serviço de autocarros em Matosinhos, Maia e Trofa

Foi assinado, na manhã de sexta-feira, dia 27 de janeiro, o contrato para o novo serviço de autocarros em Matosinhos, Maia e Trofa



Os três concelhos, unidos num dos cinco lotes em que foi dividida a região, eram os únicos que ainda não tinham entregue, formalmente, o serviço. Em causa estavam impugnações em tribunal, cujo efeito suspensivo foi levantado em dezembro. Prevê-se que o serviço esteja no terreno entre setembro e outubro próximos.

Antes da reunião do Conselho Metropolitano do Porto desta sexta-feira, foi assinado o contrato que faltava para o novo serviço de transporte rodoviário na Área Metropolitana do Porto (AMP). Só Matosinhos, Maia e Trofa ainda não tinham entregue formalmente a operação devido a impugnações que suspenderam automaticamente o processo. Assinaram o documento, nesta manhã de sexta-feira, o vice-presidente da Câmara de Matosinhos, Carlos Mouta, o presidente da Câmara da Maia, António Silva Tiago, e o autarca da Trofa, Sérgio Humberto.

A operação do lote 1 (correspondente a Matosinhos, Maia e Trofa) está, assim, entregue ao consórcio Barraqueiro/Resende.

A primeira-secretária da Comissão Executiva, Ariana Pinho, acredita que a nova operação poderá estar no terreno, após o visto do Tribunal de Contas e o respetivo período experimental, entre setembro e outubro próximos.

Todos os 14 pontos da agenda da reunião desta sexta-feira foram aprovados por unanimidade, - entre os quais um plano de 125 mil euros para o desenvolvimento do turismo -, mas o autarca da Póvoa de Varzim, Aires Pereira, apelou à rápida criação de uma empresa metropolitana de transportes. Isto porque haverá um dos ainda atuais operadores que terá recebido, indevidamente, uma verba de compensação da queda da procura nos transporte públicos como consequência da pandemia.

A primeira-secretária da Comissão Executiva, Ariana Pinho, explicou ao JN que, quando a verba foi transferida pela AMP ao operador em causa, a entidade intermunicipal não sabia que a informação prestada à Autoridade da Mobilidade e dos Transportes (AMT) pela transportadora tinha sido considerada inválida. Esta documentação é obrigatória e viabiliza (ou não) a transferência da verba.

Sem divulgar qual tinha sido a operadora cuja informação não terá sido considerada válida pela AMT, Ariana Pinho esclareceu que, para corrigir este lapso, será descontado o valor devido pela transportadora na próxima distribuição.

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