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25 anos da Orquestra Jazz de Matosinhos

Data assinalada com concerto na Casa da Música na próxima quarta-feira, pelas 22h


A Orquestra Jazz de Matosinhos (OJM) está de parabéns. Um quarto de século de muita música e de muito trabalho em prol da cultura e da música que será celebrado com um concerto na próxima quarta-feira, 30 de novembro, pelas 22h, na Casa da Música. A OJM é uma instituição sem fins lucrativos que tem por objetivo promover a criação, a investigação, a divulgação e a formação na área do Jazz. Com o apoio da Câmara Municipal de Matosinhos e cruzando ambição internacional com responsabilidade local, a OJM, cumpre o papel de uma Orquestra Nacional de Jazz. O concerto que assinalará o 25º aniversário vai percorrer o repertório original criado ao longo destes 25 anos por Pedro Guedes e Carlos Azevedo, e conta também com um companheiro de longa data como solista convidado, o saxofonista norte-americano Chris Cheek. Chris Cheek tem um currículo invejável, é um dos saxofonistas mais requisitados do mundo do jazz e fez parte de bandas com figuras como Paul Motian, Charlie Haden, Steve Swallow ou Bill Frisell. Recorde-se que a OJM foi criada em 1997 e conta com o apoio da Câmara Municipal de Matosinhos desde 1999 sendo um laboratório permanente. Não esquece a tradição das grandes big bands do passado, mas promove continuamente a criação, a investigação, a divulgação e a formação na área do jazz, cruzando a ambição internacional com o sentido de responsabilidade local. No papel de orquestra nacional de jazz, apresenta repertórios de todas as variantes estéticas e épocas do jazz. Tem direção artística de Pedro Guedes, foi co-dirigida com Carlos Azevedo e colaborou com Maria Schneider, Carla Bley, Lee Konitz, John Hollenbeck, Jim McNeely, Kurt Rosenwinkel, João Paulo Esteves da Silva, Carlos Bica, Ingrid Jensen, Bob Berg, Conrad Herwig, Mark Turner, Rich Perry, Steve Swallow, Gary Valente, Dieter Glawischnig, Stephan Ashbury, Chris Cheek, Ohad Talmor, Joshua Redman, Andy Sheppard, Dee Dee Bridgewater, Fred Hersch, Rebecca Martin, Peter Evans, Fay Claassen, Kiko Freitas, Maria Rita, Maria João, Mayra Andrade, Manuela Azevedo, Sérgio Godinho, Manel Cruz, Mário Laginha e Rui Reininho. Partilhou o palco com a Orquestra Sinfónica do Porto Casa da Música, o Remix Ensemble Casa da Música, o Drumming e o Quarteto de Cordas de Matosinhos. A parceria que desenvolve com a Casa da Música desde 2007 dá lugar à apresentação de dois projetos inéditos por ano nesta sala de concertos. Em 2014 iniciou o Ciclo Novos Talentos do Jazz onde convida jovens músicos a tocarem como solistas à frente da Big Band. Em 2019, na 11ª edição deste ciclo, convidou pela primeira vez um jovem músico espanhol, alargando a partir de então o projeto a toda a Península Ibérica. A OJM atua regularmente nas principais salas do país e tem feito digressões a várias cidades da Europa e dos Estados Unidos, incluindo Barcelona (residência de quatro anos no VollDamm Festival Internacional de Jazz de Barcelona), Belgrado, Bruxelas, Marselha, Viena, Milão, Boston e Nova Iorque. 2018 marcou o início de um importante projeto de itinerância nacional com quatro concertos (um por ano), que leva às salas de todo o país o repertório tradicional para big band - a partir do projeto realizado com curadoria e narração de Manuel Jorge Veloso, “Uma Viagem pelos Tempos do Jazz: do Ballroom à Sala de Concerto” -, música escrita por compositores portugueses para este tipo de formação e uma última fase dedicada a mostrar os novos talentos do jazz. Desde 2018, a orquestra tem a sua nova casa na Real Vinícola em Matosinhos. É lá que está instalado o Centro de Alto Rendimento Artístico (CARA), que é não só uma editora, mas também um espaço com 800 m2 onde se promove o diálogo entre arte, ciência e tecnologia, designadamente através de projetos multidisciplinares que visem a investigação e o desenvolvimento de soluções para a criação, fruição e disseminação de conteúdos criativos. Este espaço acolhe concertos, ensaios, gravações e iniciativas do Programa Educativo da OJM.

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