Longa Vida investe 4 milhões de euros em Perafita
Entre as principais intervenções está a instalação de painéis fotovoltaicos no centro de distribuição. A frota comercial está a ser substituída por veículos 100% elétricos.

A Longa Vida, da Lactalis Nestlé Portugal, investiu cerca de quatro milhões de euros, ao longo da última década, no centro de distribuição de Perafita.
O investimento tem como principais objetivos reforçar a sustentabilidade, melhorar a eficiência energética e modernizar a operação logística da empresa.
O projeto tem impacto direto nas áreas do ambiente, qualidade e segurança e inclui um conjunto de medidas destinadas a reduzir o consumo energético e a utilização de recursos.
Entre as principais intervenções está a instalação de painéis fotovoltaicos no centro de distribuição. Atualmente, em média, 29% da eletricidade consumida na unidade tem origem em energia renovável. A empresa está também a proceder à substituição da cobertura do edifício, com o objetivo de otimizar a utilização de energia, e à modernização progressiva da iluminação através da instalação de luminárias LED.
A estratégia de transição energética estende-se igualmente à mobilidade. A frota comercial da Longa Vida está a ser substituída por veículos 100% elétricos, enquanto os equipamentos utilizados na movimentação de cargas foram renovados. O centro de distribuição dispõe agora de empilhadores totalmente elétricos, maioritariamente equipados com baterias de lítio.
Também na área das embalagens a empresa tem desenvolvido medidas de sustentabilidade, nomeadamente através da redução da utilização de plástico e da melhoria do design das embalagens, de forma a facilitar a sua reciclagem.
“Para a Longa Vida, a sustentabilidade não é uma tendência, é um compromisso integrado na forma como evoluímos, investimos e operamos”, afirma Susana Castro, Responsável de Qualidade e Ambiente da Longa Vida, em comunicado.
A responsável destaca ainda a importância do investimento na modernização da operação. “Este investimento reflete a nossa capacidade de aliar a confiança construída ao longo de quase 70 anos à necessidade de modernizar processos, aumentar a eficiência e responder às novas exigências dos consumidores e do mercado”, acrescenta.





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