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Porto-Rio pode ser transformado em alojamento local

O barco Gandufe, mais conhecido como Porto-Rio, por onde passaram bandas nacionais e internacionais de vários géneros musicais e festas míticas desde 1999, pode vir a ser “algo completamente diferente” e passar a funcionar como alojamento local flutuante no rio Douro



A plataforma, que não voltou a abrir portas desde março de 2020, foi retirada da zona de Lordelo do Ouro na passada segunda-feira, dia 6 de março, tendo sido rebocada “até ao estaleiro da Várzea do Douro”.

A embarcação foi vendida à Navaldouro, empresa que faz restauração de navios e foi responsável pelo reboque da mesma, pela antiga proprietária Renato Pedrosa & Fátima Rios Lda, após três anos de degradação, e agora poderá ser transformada num alojamento local.

“Vamos fazer uma análise do casco para vermos se vale a pena a reconstrução”, avança Marco Oliveira, proprietário da Navaldouro, em declarações ao Global News Portugal, adiantando que se a reconstrução for justificada, o barco poderá “ser totalmente para alojamento local, com oito suites dentro do próprio barco”. Uma vez que a embarcação dispõe de três pisos, poderá também funcionar com “alojamento local no piso inferior, restaurante no piso intermédio e com bar/esplanada no piso superior”.

Segundo a mesma fonte, o antigo Porto-Rio conta com 33 metros de comprimento e 8 metros de largura. A própria Navaldouro será a responsável pela reconstrução e quem irá tomar posse da gestão da operação, depois de requalificado, será a Douro Style, empresa pertencente ao grupo.

O local do possível futuro alojamento local ainda não está decidido, mas, segundo Marco Oliveira, deverá ser “acima de Crestuma”.

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